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domingo, 17 de abril de 2011

Diga não a Idolatria! (ou seria o contrário nos dias de hoje?)

 

Quando fui ao supermercado observei atônito a uma dessas frases de carro de passeio, que tinha essas palavras escritas em letras gordas e chamativas: “Diga não à idolatria!”.

Minha mente se povoou de pensamentos analisando o que eu tinha acabado de ler.  Primeiro, pensei que seria algo interessante, pois infelizmente dentro das nossas igrejas, ainda temos quem cultue a estátua de um santo do que ao nosso Deus em primeiro lugar. Lembrei-me das capelinhas de oratório que já vi em muitas casas, repletas de estatuetas de vários santos e anjinhos.

Realmente é um desencontro pensar que em algumas de nossas comunidades, o santo é algumas vezes mais importante do que o Cristo/Deus que é o motivo da própria Igreja existir.

Em um segundo momento, pensei em quem deveria ser dono ou dona daquele carro. E então veio uma segunda onda de pensamentos, desta vez pensando em quem gosta de um texto assim. Pessoas como os pastores Silas Malafaia, Edir Macedo e vários outros menores que existem nas seitas de comando descentralizado que estão por aí.

Lembro-me claramente quando Sérgio Von Helde, pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (aquela do Edir Macedo), durante o programa O Despertar da Fé, exibido na madrugada de 12 de outubro de 1995 chutou uma estátua de Nossa Senhora Aparecida em um de seus cultos-show.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Subsídio para PJ ( + de 75 dinâmicas + encontros )

Apresentação

No intuito de fornecer um material que sirva de subsidio, mas que ao mesmo tempo não seja “fechado” em temas ou esquemas, é que elaborei este material que é composto por “recortes” (cada pedaço do material tem uma história diferente) de 5 anos de acompanhamento da pastoral da juventude.

clip_image002O objetivo maior, deste material, é que realmente seja um instrumento que facilite o encontro dos jovens a fim de que cresçam juntos na fé. Que não se limitem a fazer apenas o que está nesta apostila, mas que encorajados pelo Espírito Santo, possam ir além. E assim, fazer a pastoral da juventude acontecer em sua paróquia e ou comunidade. Se você jovem não fizer a pastoral da juventude, não fizer a sua caminhada de fé ter valor, ninguém poderá fazer por você. Mas podemos fazer juntos. Coragem, Jesus conta contigo!

VEM, ESPÍTRITO SANTO

Vem, Espírito Santo, e envia do alto do céu um raio de luz. Vem, Pai dos pobres, doadores da divina graça, e luz dos corações. És consolo e defensor, amável hóspede dos corações, e alivio incomparável. És descanso no trabalho, brisa no calor ardente e consolo na aflição. Ó ditosa luz divina, ilumina plenamente o coração dos teus fieis. Sem ti não pode haver em homem algum, jamais, inocência nem bondade. Vem livrar-nos do pecado, abrandar a nossa aridez e curar as nossas feridas. Concede-nos que possamos superar a nossa obstinação, vencer a nossa apatia, e nos guardar no bom caminho. Aqueles que crêem em Ti e em Ti confiam, concede os teus sete dons sagrados. Como premio da virtude, dá-lhes a felicidade e a alegria eterna.

Ivan Tramontin Anastácio.

 

Subsidio de encontros para jovens do setor 6 - PJ MANAUS ( 20 encontros )


Índice

       Encontro de Coordenadores de Grupos de Jovens................................. 02
1.      Quem sou eu? ............................................................................................. 05
2.      Como eu sou? ............................................................................................. 06
3.      Somos um grupo de jovens........................................................................ 07
4.      O grupo é importante................................................................................. 10
5.      Somos todos autores do nosso grupo........................................................ 12
6.      A Igreja que queremos ser........................................................................ 14
7.      Celebrando a vida do grupo...................................................................... 17
8.      A história de Jesus na vida do jovem....................................................... 19
9.      Jesus é o nosso amigo................................................................................. 21
10.  Do jeito de Maria........................................................................................ 23
11.  Entre nessa... Descubra a Oração............................................................. 27
12.  Comunicar-se com Deus............................................................................ 29
13.  “Pra quem não sabe onde quer ir, qualquer lugar serve”..................... 31
14.  Igreja e Comunidade:Lugares de participação e compromisso............ 34
15.  Projeto de vida: Nossa casa comum......................................................... 37
16.  Precisamos de uma coordenação.............................................................. 39
17.  Vamos eleger a coordenação..................................................................... 40
18.  Vamos dar um nome ao nosso grupo....................................................... 42
19.  Retiro para Jovens – “Descobrindo que Deus ama os Jovens”............. 44
20.  Celebrando a nossa caminhada................................................................ 45
       Anexos........................................................................................................ 48
1-                                                                              Deus ama os jovens
2-                                                                              O Deus que ama é Trindade
3-                                                                              Igreja como sinal e instrumento deste amor concreto e trinitário de Deus

Roteiro para um Encontro com jovens na comunidade, na escola, no bairro

 Roteiro para um Encontro com jovens na comunidade, na escola, no bairro...

“Somos parte de algo maior que nós”.

Título: Ser Criador sendo criatura.
Preparado por Camila Bonfim– Campinas/SP, da coordenação da Área Pastoral da Juventude.

Palavras-chave: Planeta – Ecologia – Vida


Algumas dicas para preparação do encontro:

Siglas: Resp = Responsável pelo encontro; Leit = Leitor

Objetivo: Despertar para a dimensão do cuidado consigo, com o outro e com tudo mais que torna possível à vida neste planeta para que possamos perceber que não estamos sozinhos e que a terra toda respira e clama por vida digna afim  e encorajarmos no recriar uma vida sustentável.

Ambientação: preparar um ambiente aconchegante com um vaso de flor ou uma bela folhagem, um jarro de água, uma vela e um saquinho plástico transparente cheio de ar, para simbolizar os elementos que tornam possível a existência da vida em nosso planeta.

Encontro sobre dia da AMIZADE



A M I Z A D E


“A amizade é a vivência mais terna que brota de nossas entranhas. É por meio dela que saímos de nós mesmos e deixamos, que o outro, a outra, penetre em nossos porões interiores. O jovem vive isso pela primeira vez, palavra próxima a “amigo” é “companheiro”- aquele que come junto o mesmo pão. Participa dos mesmos sentimentos”. (Pe. Hilário Dick)



POR QUE CELEBRAR O DIA DA AMIZADE?

O dia do amigo é todos os dias, na vida cotidiana vamos desvendando a face das pessoas que ao nosso lado vivem, sonham e projetam o futuro, mas  no dia que o calendário marcou como dia do Amigo, dia da Amiga, queremos rezar de maneira especial, a todos (as) os/as  jovens  que formam essa grande rede de amigos, companheiros e irmãos da Pastoral da Juventude.

São sorrisos, cheiros, gostos, perfumes, sabores tão diversos e tão comuns espalhados pelo Brasil a fora, que alimentam a luta, a causa e a caminhada, é por que reconhecemos no outro um pouco de nós mesmos, no espírito de uma pastoral que se cuida e que se ama, se fazendo mais missionária, é que preparamos este encontro.

ARQUIDIOCESE DE MANAUS - PASTORAL DA JUVENTUDE: LEITURA ORANTE DA BÍBLIA

ARQUIDIOCESE DE MANAUS
PASTORAL DA JUVENTUDE
LEITURA ORANTE DA BÍBLIA

      

INTRODUÇÃO

Orientações Gerais sobre a prática da L.O.B.
  1. História
    1. Lectio Divina = leitura orante = leitura divina
    2. Tradição dos pobres
    3. Vida Religiosa
  2. Critérios:
    1. Olhar para o que é nosso – DEUS É AMOR (1 Jo 4,8)
    2. Várias maneiras de olhar: literário (ver de perto o texto), histórico (olhar a situação do povo) e teológico (escutar a mensagem de Deus)
    3. REALIDADE↔COMUNIDADE↔TEXTO
    4. Não basta a razão, a leitura deve considerar : a tradição viva da Igreja, a unidade de toda a Escritura, a analogia da fé.
  3. Objetivo
    1. Descobrir o sentido pleno do texto bíblico
    2. Impedir que ele seja manipulado
    3. Evitar que o texto seja isolado
                                          i.    Do seu contexto
                                        ii.    Da tradição
                                       iii.    Da vida atual da Igreja
  1. Níveis:
    1. Leitura
    2. Meditação
    3. Oração
    4. Contemplação

Expressões de fé : Não adianta rezar se o coração não muda - Eliomar Ribeiro



Paulo Henrique chegou cansado do trabalho. No caminho, como faz todos os dias, passou pela Igreja do seu bairro e deu um alô para Jesus no sacrário. Conversa pequena mas que virou rotina em sua vida. Nem bem chegou e toca o telefone, alguém avisa que Arthur, seu companheiro de trabalho, acabava de morrer atropelado por um caminhão. Paulo entra em parafuso: entre lágrimas e gritos pergunta a Deus o motivo de tal brutalidade, e chega mesmo a questionar a existência de Deus que permite um acontecimento assim.

ESPIRITUALIDADE DO NATAL: Kayrós no ventre da humanidade - Eliomar Ribeiro, SJ


Espiritualidade é palavra derivada de “espírito”, que para os cristãos é a força criadora de Deus e a ação redentora e renovadora de Jesus Cristo. É Ele mesmo quem nos dá o Espírito (cf. João 20,22) e imprime em nós um jeito novo de caminhar conforme o projeto de Deus a serviço do Reino; eis a espiritualidade cristã.

Espiritualidade Missionária - Eliomar Ribeiro



Toda Espiritualidade é Missionária. A Igreja nos convida a celebrar e valorizar a dimensão missionária de nossa vida cristã. Trata-se de viver realmente os compromissos do Batismo e de deixar-se guiar pelo Espírito Santo que nos faz todos missionários do Reino de Deus.

As surpresas de Deus: A força do ESPÍRITO - Eliomar Ribeiro, SJ



            “Dois jovens conversavam à beira de um rio sobre o sentido da vida. De repente, ouvem gritos de criança e notam que um menino de colo está descendo na correnteza. Apressadamente eles se jogam na água e salvam o menino. Em seguida, mais gritos. Desta vez três crianças são arrastadas pelas águas. Pulam novamente no rio e cada um salva uma criança. Ainda tristes por não conseguirem salvar a terceira criança escutam choro e gritos novamente. Agora é um número maior de crianças que são arrastadas água afora. Um deles pula n’água e começa a nadar desesperadamente para salvar as crianças. O outro, ao invés, sai apressado. O companheiro que está no rio pergunta o que está acontecendo: vai abandonar as crianças à morte!? Ao que o outro responde: continue a salvar algumas crianças que eu vou descobrir quem as está jogando rio abaixo”.

As surpresas de Deus: A solidariedade do FILHO - Eliomar Ribeiro, SJ



O íntimo relacionamento de Jesus com o Pai lhe dá a identidade de Filho ao mesmo tempo em que revela o sonho de Deus para a humanidade. Jesus é o sonho de Deus realizado na história. Deus sonha com coisas boas para seus filhos. Mesmo a morte de cruz, castigo cruel e perverso imposto a Jesus, não significou um abandono do Pai ao Filho amado, e sim, uma solidariedade de ambos para com a humanidade. Só quem está age pela ação do Espírito Santo de Deus é capaz de assumir o martírio como entrega total; maior amor tem quem dá a própria vida para que outros vivam. É um des-viver para que a vida possa continuar sendo a razão maior da existência humana.

As surpresas de Deus: O coração do PAI - Eliomar Ribeiro, SJ

Jesus nos revela o Pai! Esta frase tradicional nos ajuda a compreender a Espiritualidade do coração do Pai que está presente na vida e na ação do Filho Jesus. A experiência de Jesus não é revelar algo sobre Deus, e sim algo de Deus: ele é Abbá, Papaizinho!

Espiritualidade e mudança de atitude - Pe.Eliomar Ribeiro, SJ


Quando caminhavam em direção a Emaús (cf. Lucas 24,13-35), os discípulos experimentaram um sentimento diferente no coração. Na partilha do pão, reconhecem a Jesus. Na conversa de volta, confessam entre si: “o nosso coração ardia quando Ele nos falava no caminho, explicando as Escrituras”. A presença de Jesus provocou uma mudança radical na vida daqueles jovens. Eles sentem a necessidade de voltar para junto dos outros e contar-lhes a novidade: o Senhor está vivo! Nós o vimos. Ele falou-nos das Escrituras e comeu o pão conosco. Nosso coração ardia pelo caminho.

Assim deve ser nossa experiência espiritual. Experimentar o coração ardendo ao reconhecermos os benefícios recebidos do Senhor. E o melhor modo de corresponder ao seu amor é colocarmo-nos permanentemente, em vigília sem fim, na espreita, para defender a vida e devolver a esperança a tanta gente que padece toda sorte de injustiça, desigualdade, preconceito, abandono, etc. Uma mudança interior que abre caminho para a mudança das estruturas exteriores.

O sopro criador - Eliomar Ribeiro, SJ


         A Espiritualidade Cristã é a ação do Espírito Santo de Deus em nossas vidas e na vida do cosmos. É característica do Espírito uma ação sempre dinâmica e incessante. O Espírito não se apresenta nunca estático, inerte, parado.

A Espiritualidade Cristã - Eliomar Ribeiro, SJ

Para definirmos a Espiritualidade Cristã temos que primeiramente saber a origem da palavra espiritualidade e seu uso em nossos dias. Espiritualidade diz-se da ação do Espírito Santo na Vida humana e no Cosmos. É o Espírito que pairava sobre as águas como está narrado no início do Gênesis, na Bíblia, e que continua agindo em vários momentos da história da Salvação. É o Espírito que está presente no batismo e no início da missão de Jesus como vemos escrito nos relatos dos Evangelhos. É o Espírito Santo de Deus que Jesus dá aos seus discípulos após a sua ressurreição conforme a narrativa final do Evangelho de Mateus e na experiência de Pentecostes que a comunidade faz, segundo o escritor dos Atos dos Apóstolos.